Como já escrevi aqui, eu moro sozinho há alguns anos. E para quem mora sozinho ou é recém casado, uma das primeiras "tarefas do lar" é arrumar a casa. E isso inclui a etapa decoração.
No meu caso, o apartamento continuou com a mesma cara de quando meus pais moravam comigo. Aqueles velhos quadros na parede já me incomodavam, assim como o sofá, a cortina, a mesa de jantar etc. Eu realmente precisava mudar algumas coisas e resolvi iniciar pela sala de estar. É o lugar onde recebo os amigos, assisto à TV, toco meu piano e, portanto, o lugar mais frequentado.
Decoração é algo interessante, mas certamente mais prazeroso quando se tem dinheiro. Quando o orçamento é curto, você tem que ter boas ideias, para tudo ser prático e viável. Ao mesmo tempo, busquei alternativas para imprimir aquilo que tem a ver comigo. E um ponto que sempre gostei e acho que tem tudo a ver com decoração é fotografia.
Pensando nisso, tive a ideia de aproveitar algumas fotos minhas de lugares que já viajei e outras do Rio de Janeiro, onde eu nasci e moro.
Primeiro passo: mudei a cor da sala, antes bege bem claro, para branco neve. Segundo passo: escolhi uma parede (a do corredor), que não fosse tão grande mas ao mesmo tempo não escondida, para passar uma tinta especial imantada (Suvinil Fundo Magnético). Nessa parede, resolvi colocar diversas fotos (viagens, do Rio, objetos etc.) com filtros especiais, todas publicadas no aplicativo Instagram.
A ideia é montar um mosaico com fotos no tamanho 10 x 10 cm, misturando cores, momentos importantes, lugares por onde passei e gostei. As fotos já são impressas em papel fotográfico magnético.
Depois de um longo tempo sem postar, voltei aqui com um post especial. Trata-se de um ensaio fotográfico que eu experimentei pela primeira vez, tendo como "cobaia" minha amiga de infância Carla. Na sua última semana de gestação (38 semanas), e na minha última semana de férias, fomos para praia da Barra, em plena terça-feira, e levei minha câmera para fazer algumas fotos.
Como somos amigos há mais de vinte anos, não foi difícil fotografar Carlinha. Temos tanta afinidade, que levamos o ensaio como uma grande brincadeira, com altas gargalhadas!
Essa foi sua segunda gravidez e Rafael chegou ao mundo no dia 4 de novembro, com cara de anjo! Na primeira gravidez, da Isabela, não tinha a câmera ainda e nem programamos o ensaio. Resolvi postar aqui o resultado, como simples registro. Algumas pessoas têm preconceito com esse tipo de ensaio e acham brega. Dependendo do "olhar" do profissional, realmente o resultado pode ser desastroso. Mas a nossa ideia aqui foi ser o mais natural possível. Por isso, a descontração e as gargalhadas foram fundamentais. Ela curtiu seu momento "modelo" e eu confesso que gostei muito da brincadeira.
Carlinha, foi um prazer fazer essas fotos, e lamento não ter feito na sua primeira gravidez.
Fotos tiradas dia 30 de outubro de 2012 - Praia da Barra da Tijuca
Há exatos 10 anos,
ingressei na faculdade de Comunicação da Escola de Comunicação da UFRJ. Era
setembro e o segundo semestre começava com atraso, por conta de uma longa
greve. A expectativa era grande. Depois de passar por um conturbado vestibular
e conquistar uma das 101 vagas para o disputado curso de comunicação, chegava o
momento de começar uma nova etapa da vida. Ambiente novo, pessoas novas, o início
de uma trajetória profissional.
Logo no primeiro dia, o
tradicional trote ao mesmo tempo que assustava os calouros, proporcionava uma
mistura de ansiedade e êxtase. O velho palácio da Praia Vermelha recebia seus
novatos, todos com cara de criança, recém saídos do antigo 2º grau. Nada de uniforme,
recreio, inspetor, formação, hino, tabuada. O uniforme era bermuda, chinelo e
camiseta. Laguinho, sujinho, medinho, CA eram como velho pátio da escola. Em
pouco tempo, já éramos reconhecidos como ecoínos (de Escola de Comunicação –
ECO).
No início, era todo mundo
misturado. Apenas no terceiro período é que nos separamos, quando cada um
escolheu sua carreira: jornalismo, publicidade, rádio e TV, ou produção
editorial. E foi também o período que muitos desistiram da faculdade. Os grupos
já estavam se formando, as amizades foram se estreitando. E o nosso grupo já
tinha um apelido: Os melancias.
O que seria uma ofensa se
tornou uma definição, um elogio, um estado de espírito. O grupo recebeu o
título de um colega de turma: “nossa, como vocês adoram aparecer! São
verdadeiras melancias”. E não demorou muito para o grupo assumir o apelido
carinhoso. Em um carnaval, foi formado o “bloco dos melancias”, com direito a
camisa “pendure a sua também”! A letra foi adaptada do samba “Vou festejar” e
virou: “São os melancias, perdendo a linha no carnaval/ Eu vou farofar/
FA-RO-FA-FA/ O teu sofrer/ O teu penar/ Você ficou sem reação/Ao assistir nosso
chão chão chão”!
Época da faculdade foi sem
dúvida a melhor fase da minha vida. Havia responsabilidades, mas não se
comparavam a época chata da escola, das cobranças dos pais com as boas notas. Era
o início da fase adulta, mas ainda vivendo como adolescente. A mesada foi
substituída pela bolsa do estágio e, por milagre, era possível chegar até o
final do mês com aquela miséria.
Período das festinhas, das
viagens de turma, dos encontros na casa dos amigos. A cidade do Rio de Janeiro
nunca foi tão explorada por nós, desbravadores! Caíamos em cada buraco à
procura de aventura! “Festa estranha com gente esquisita” virou rotina, mas
tudo valia a pena! O primeiro porre também nasceu na faculdade, nas inesquecíveis
chopadas! “Experimenta, experimenta!” e assim conheci o que era a famosa
bebidinhalegre – uma mistura de vinho, sprite e vodka, que nos permitia falar
besteira com toda sinceridade do mundo!
Quatro anos passaram
rápido demais. Mas foram o bastante para transformar nossas vidas para sempre! Nosso
aprendizado foi além das teorias de Comunicação. Tornamos comunicólogos e,
portanto, críticos até demais! Reclamávamos das aulas chatas de teoria, dos
professores malas e daqueles que fingiam que nos ensinavam alguma coisa. Aprendemos
sobre a vida de Silvio Santos em aulas que deveriam ser de Economia, ouvimos
histórias fantásticas “vivenciadas” pelo nosso antigo diretor nas aulas de
redação jornalística, tivemos experiências antropológicas em trabalhos de
campo, conhecemos todo acervo de Glauber Rocha, Eduardo Coutinho e outros “ícones”
do Cinema Novo. Conhecemos o significado dos princípios masculinos e femininos
em edição gráfica, fizemos prova oral em aula de fotografia e descobrimos
livros incríveis em aula de radiojornalismo. Entramos na faculdade com sonhos
impossíveis, e depois dos primeiros estágios, aprendemos que a vida de um
jornalista estava longe de ser o de um âncora atrás de uma bancada do
telejornal. Os plantões de fins de semana, as pautas recomendadas, os
entrevistados malas, o salário miséria e as broncas estúpidas dos chefes
rabugentos.
Mesmo assim, nos formamos
felizes. Não nos tornamos rabugentos, nem idealistas. Apenas aprendemos com
percalços da carreira e nos adaptamos à realidade do mercado. Saudosismo não é bem
a palavra para relembrar com carinho esse período de descobertas, sonhos e
realizações. Mas ao comemorar uma década daquilo que lhe proporcionou uma
mudança de vida e que definiu a escolha da minha profissão, é uma forma de recordar com
satisfação e alegria uma fase importante das nossas vidas!
Fico feliz em reconhecer
que fiz a escolha certa e que os amigos continuam presentes em minha vida.
Uma filosofia de vida é não esperar nada em troca de
ninguém, não criar altas expectativas de um projeto futuro, de não se importar
com a antipatia alheia...
Aprendemos todos os dias a nos bastarmos com o que é possível
ter. E isso não se refere a condições financeiras. Temos que compreender quando
os acontecimentos tomam outros rumos, às vezes não desejados. Afinal, não temos
domínio de tudo. Saber lidar com imprevisto, compreender quando algo deu
errado, quando alguém lhe foi injusto, quando a pressa é inimiga da perfeição,
quando o resultado final não foi o planejado.
Se pararmos para pensar, quantas vezes conseguimos aplicar
em inúmeras situações do cotidiano a frase “é o que temos para hoje!”? Aprendi
isso com uma amiga do trabalho e achei graça.
Quando a fila do banco está grande. Quando o cardápio do
restaurante não está bom. Quando alguém de sua família lhe trata com desprezo.
Quando o pneu do carro fura em lugar inseguro. Quando o chefe lhe passa mais
trabalhos quase impossíveis com prazos curtos. Quando a atendente de uma
lanchonete não está nos seus melhores dias. Quando você tenta resolver um
problema de conta com SAC por telefone. Quando você aguarda séculos para
entrega de um produto e quando chega ele vem com defeito. Quando o elevador
quebra e você é obrigado a subir muitos andares por escada. Quando você chega
cansado em casa depois de um dia intenso e descobre que sua geladeira está
completamente vazia. Quando você realiza um ótimo trabalho, mas o reconhecimento
passa longe, quiçá um singelo “parabéns”. É o que temos para hoje.
Porém isso não é sinônimo de derrota. Saber lidar com as
frustrações faz de nós um ser humano melhor. Não é se acomodar, se revoltar,
nem rebaixar, muito menos se anular. É apenas compreender e tentar conviver com
as pedras do caminho. Pode ser que o que teremos para amanhã ou depois seja
muito melhor.
Certamente um dos shows mais esperados pelo público que
gosta tanto da mãe quanto da filha. Mais especialmente para quem viveu na época
que a “doce pimetinha” fazia sucesso cantando “O Bêbado e a Equilibrista”,
“Arrastão” e “Fascinação”.
Sábado assisti a esse show que Maria Rita homenageia sua
mãe, trinta anos depois de sua morte, com repertório de Elis. Desde o início da
carreira, que começou há exatos dez anos, Maria Rita sempre foi “pressionada” a
cantar as músicas de Elis, principalmente pela enorme semelhança das vozes. Mas
Maria Rita foi resistente e buscou desde o início traçar sua própria carreira,
com um repertório que mesclava uma MPB repaginada (Marcelo Camelo, O Rappa etc),
MPB de Milton Nascimento e outros ícones, samba de raíz e por aí vai. Até que,
amadurecida, resolveu encarar o projeto criado pelo seu irmão, o produtor
musical João Marcello Bôscoli, em cantar não só algumas músicas como preparar
um show “redescobrindo” Elis.
O repertório não poderia ser melhor. Ao longo de duas horas
de show, Maria Rita passa por vários momentos da carreira da mãe, desde
“Arrastão”, interpretado por Elis no Festival da Música Brasileira em 1965, até
seus clássicos “Como nossos pais”, “Águas de Março”, “Saudosa Maloca”, “Ladeira
da Preguiça”, “O Bêbado e a Equilibrista”, “Me deixas louca”, “Zazueira”, “Alô,
Alô, Marciano”, “Aprendendo a Jogar”, “Romaria” e “Madalena”.
Entre uma sequência e outra, Maria Rita dava uma pausa e
falava um pouco da personalidade de sua mãe, de suas histórias e de sua
admiração pela artista que foi. Quando a cantora morreu, Maria Rita era muito
nova e pouco guarda lembrança da mãe. Mas por vontade própria, Maria Rita
buscou conhecer não só a artista, mas a mulher Elis, conversando com pessoas
que conviveram com ela. Entre elas, a pessoa que Rita mais admira e respeita,
seu padrinho Milton Nascimento. Para Rita, Milton foi o amigo leal, o irmão e
companheiro que soube preservar a memória de Elis. Maria Rita se emociona ao
falar da mãe guerreira, da mulher idealista, politizada e intensa. Aos poucos,
Rita vai redescobrindo a mãe, conhecendo seus repertórios, entendendo suas
escolhas e a personalidade forte. “Ela se entregava aos seus amores, seus
desamores, aos seus filhos, a sua carreira”.
Maria Rita conta que sente a presença de sua mãe, não
necessariamente espiritualmente, mas nas suas atitudes, nos comportamentos e
até no seu jeito de ser mãe. Ela diz que imagina como seria sua relação com
Elis, hoje. Como seria a Elis avó, mãe, companheira, amiga. E nesse universo
entre mãe e filha, Maria Rita canta “Essa Mulher” (Essa menina, essa mulher, essa senhora/Em que esbarro toda hora/No
espelho casual/É feita de sombra e tanta luz/De tanta lama e tanta cruz/Que
acha tudo natural) e “Se eu quiser falar com Deus”, clássico de Gilberto
Gil, com interpretação inesquecível de Elis.
Inevitável não comparar Maria Rita a Elis. Não só pela voz,
pelo jeito de cantar, mas também pelas expressões, pelos gestos, pela força e
interpretação de cada canção. Impossível não se emocionar ao “redescobrir” uma
Elis na voz de sua criação. Difícil também imaginar como Maria Rita seguirá em
sua longa carreira sem cantar Elis daqui para frente.
Em uma letra de Rita Lee – “Doce Pimenta”, Maria Rita afirma
“essa realmente era minha mãe: uma pimenta, mas não deixava de ser doce”: “Cada
um vive como pode/E eu não nasci pra sofrer/ Cara feia pra mim é fome/ E eu não
faço manha pra comer/ A vida é como uma escola/ E a morte é o vestibular/ No
inferno eu entro sem cola/ Mas o céu eu vou ter que descolar/ Mas quando alguém
precisa de um carinho meu/ Não há nada que me prenda/ Mas se eu sentir que um
bicho me mordeu/ Sou mais ardida que pimenta!/ No fundo eu sou otimista/ Mas eu
sempre penso o pior/ Me cansa essa vida de artista/ Mas cada vez o prazer é
maior”.
Uma vez, ouvi uma história que me impressionou pela forma
como o destino foi traçado para solucionar um problema de outras vidas.
Havia um casal que era extremamente apaixonado, um pelo
outro. Mas assim como o romance de William Shakespeare, as suas respectivas
famílias se odiavam. O amor dos dois tentou uni-los, mas a pressão das famílias
contra o relacionamento foi maior. Mesmo apaixonados, os dois foram obrigados a
se separarem. E diante da separação, os dois seguiram suas vidas desolados.
Até que um dia foi descoberta uma gravidez. A boa nova
trouxe de volta a esperança do reencontro, da união e o reconhecimento do
entrelaço daqueles dois corações apaixonados. As famílias, muito conservadoras
e tradicionais, não tiveram outra saída e se conformaram com a necessidade do
matrimônio.
O casal então em poucos meses conseguiu organizar os
preparativos para o casamento, assim como adiantou o futuro lar daquela bela
família. As famílias, por sua vez, deram uma trégua aos desafetos e preparavam
ansiosos a chegada do pequeno herdeiro. Os meses se passaram, os dois se
casaram e a gestação já se caminhava ao seu fim.
Quando aquele pequeno ser veio ao mundo dos homens, trouxe
com ele a paz que tanto necessitava para as famílias em desalinho. A harmonia
se fez presente e o casal realizava o sonho de poder reunir suas famílias em
prol da felicidade comum.
Alguns poucos meses transcorreram, e o pequeno bebê
apresentou uma rara doença. Mais uma vez, a família se uniu para o cuidado
maior com a saúde frágil do bebê. Porém, infelizmente o pequeno ser
desencarnou. Inevitável foi a tristeza que pairou em toda família. Inevitável
também foi a pergunta: “por que Deus tirou o tesouro maior dessa família até
então desunida?”.
A resposta veio um tempo depois, através de uma carta
psicografada pelo espírito protetor. Nela, o irmãozinho afirma que sua missão
foi cumprida. Ele foi designado a proporcionar a união de duas famílias que
traziam o ódio, o rancor e as dores geradas em outras vidas, muito antes daquele
casal se encontrar. Nessa vida, os dois tentaram unir com seu amor os espíritos
não afins. Sem sucesso, os dois desistiram e mais uma vez o ódio iria
prevalecer o amor maior. Mas a solução veio com a vinda daquele pequeno ser,
que conseguiu em poucos meses aquilo que séculos e mais séculos não foi
possível. O espírito veio como o filho daquele casal com a única missão de
reunir as famílias.
A mensagem nos mostra que nós não enxergamos os desígnios de
Deus e até colocamos em xeque sua benevolência com as provas “impostas” a nós.
Mas tudo tem uma explicação, nada é feito por acaso. Devemos buscar a resposta
no que está além de nossas visões materialistas e terrenas.
O nascimento de um ser pode abrandar brigas, apaziguar
corações feridos, unir espíritos que carregam dívidas entre si de outras vidas.
Uma família é planejada com antecedência e cada membro tem um papel fundamental
para a harmonia de todos. Todos têm sua missão, desde a fecundação até o
desencarne.
A ONU instituiu o dia 20 de março como o Dia Internacional
da Felicidade. É claro que é uma data simbólica, mas particularmente a data não
poderia ser mais significativa. No dia do meu aniversário será celebrado “a
felicidade e o bem-estar, objetivos e aspirações universais na vida dos seres
humanos de todo o mundo”, segundo a resolução aprovada durante Assembléia Geral
das Nações Unidas, no dia 28 de junho. A resolução anunciada reconhece “a
necessidade de se aplicar um enfoque mais inclusivo, equitativo e equilibrado
ao crescimento econômico, algo que promova o desenvolvimento sustentável, a
erradicação da pobreza, a felicidade e o bem-estar de todos os povos”, afinal
“a busca pela felicidade é um objetivo humano fundamental”.
Acredito que esse seja o verdadeiro significado da
felicidade mundial. O progresso e o desenvolvimento da humanidade têm a ver com
fatores como a erradicação da pobreza, o bem-estar das pessoas, a paz e a busca
pelo equilíbrio. Ser feliz é estar em harmonia com as pessoas, em sintonia com
a natureza, é saber lidar os desafios do cotidiano com bom humor.
É dar um bom dia com satisfação, ser gentil com o próximo e
abrir um sorriso franco sem esperar um em troca. Ser feliz abre portas, cria esperanças,
quebra o gelo, desfaz a cara feia, amolece o emburrado e devolve com simpatia o
mal educado. Ser feliz atrai as pessoas de boa energia, tem bons
relacionamentos, faz amizade fácil. Ser feliz é confiar nas coisas boas da
vida, crer no bem supremo, acreditar que estamos aqui só de passagem,
aprendendo com os nossos erros, mas também com a falha do próximo.
Felicidade é remédio certo para o baixo astral, para
enfrentar o mal e apaziguar o coração. Não se compra, nem se dá. Só depende de
nós. Ser feliz é buscar a fé habitada dentro de si. É a meta do dia, o lema
para vida.
No dia que recebi uma mensagem pelo twitter de uma amiga, dando
a notícia do Dia Internacional, fiz uma pequena reflexão. Quem me conhece, sabe
o quanto essa data significa para mim. É certamente um presente divino, porque
foi o dia que Ele escolheu para me dar a oportunidade de crescer como ser
humano, espírito em evolução constante. Também sabe o quanto a felicidade é
determinante na minha conduta, no meu estado de espírito. É nela que busco a
minha paz. Mais uma vez, agradeço por esse presente (porque para mim é um
presente!), e compartilho por aqui minha imensa satisfação, minha plena...felicidade!