Zeca Baleiro soube traduzir muito bem em sua música “Vai de Madureira” o espírito de grandeza de muitas pessoas que gostam de “arrotar caviar”, mas que só tem dinheiro para comer mortadela mesmo (e olhe lá!). O que não falta é gente assim...
Vale a pena conhecer essa letra:
Se não tem água Perrier, eu não vou me aperrear
Se tiver o que comer, não precisa caviar
Se faltar molho rosé, no dendê vou me acabar
Se não tem Moet Chandon, cachaça vai apanhar
Esquece Ilhas Caiman, deposita em Paquetá
Se não posso um Cordon Bleu, cabidela e vatapá
Quem não tem Las Vegas vai no bingo de Irajá
Quem não tem Beverly Hills mora no BNH
Quem não pode, quem não pode
Nova York vai de Madureira
Quem não pode Nova York
Vai de Madureira
Quem não pode Nova York
Vai de Madureira
Se não tem Empório Armani
Não importa vou na Creuza costureira do oitavo andar
Se não rola aquele almoço no Fasano (na 2ª, ANTIQUÁRIO)
Vou na vila, vou comer a feijoada da Zilá
Quem não pode, quem não pode
Nova York vai de Madureira
Quem não pode Nova York
Vai de Madureira
Quem não pode Nova York
Vai de Madureira
Só ponho Reebok no meu samba
Quando a sola do meu Bamba
A sola do meu Bamba
Chega ao fim
24 de julho de 2009
20 de julho de 2009
Enquanto não se torna mais um dia comercial...
Então, hoje é DIA DO AMIGO! E para minha felicidade, já recebi vários abraços, mensagens, torpedos, e-mails de amigos de diferentes grupos. E se antes eu pensei “poxa, não fui o primeiro a desejar feliz dia do amigo aos meus amigos”, agora penso: “graças a Deus, fui lembrado por eles primeiro”. E por isso que escrevo agora tanto para os que já falaram comigo, quanto aos que ainda não tiveram oportunidade (ou porque desconhecem a data comemorativa).
Ao contrário de que muitos pensam, nós podemos escolher sim os nossos irmãos de sangue antes de nascer (assim como nossos pais, avós etc). Mas é certamente mais fácil admitir que são os nossos amigos os irmãos escolhidos em vida. Eu prefiro concordar com Vinícius de Moraes, que dizia: “a gente não faz amigos, reconhece-os”. Isso porque muitos já nos acompanham de outras vidas...
E todos meus amigos representam meus irmãos reconhecidos (de sangue ou não), que ao longo de meus 27 anos se tornaram fundamentais para minha formação como filho, irmão, companheiro, cidadão e homem de bem. A cada etapa de minha trajetória, eles se fizeram presentes, principalmente nos momentos mais difíceis. Minha felicidade é vê-los felizes. Para esses, ofereço sempre meu sorriso e minha alegria de viver porque é assim que devemos presentear todos os dias os nossos verdadeiros amigos!
Ao contrário de que muitos pensam, nós podemos escolher sim os nossos irmãos de sangue antes de nascer (assim como nossos pais, avós etc). Mas é certamente mais fácil admitir que são os nossos amigos os irmãos escolhidos em vida. Eu prefiro concordar com Vinícius de Moraes, que dizia: “a gente não faz amigos, reconhece-os”. Isso porque muitos já nos acompanham de outras vidas...
E todos meus amigos representam meus irmãos reconhecidos (de sangue ou não), que ao longo de meus 27 anos se tornaram fundamentais para minha formação como filho, irmão, companheiro, cidadão e homem de bem. A cada etapa de minha trajetória, eles se fizeram presentes, principalmente nos momentos mais difíceis. Minha felicidade é vê-los felizes. Para esses, ofereço sempre meu sorriso e minha alegria de viver porque é assim que devemos presentear todos os dias os nossos verdadeiros amigos!
17 de julho de 2009
Piadas de sexta-feira
Hoje é dia de piadas...
(desculpe meninas, essas são machistas mas engraçadas!)
MENOR CONTO DE FADAS DO MUNDO.
Era uma vez um rapaz que pediu uma linda garota em casamento:
- Você quer se casar comigo?
Ela respondeu:- NÃO!
E o rapaz viveu feliz para sempre, foi pescar, jogou futebol, foi pra balada, conheceu muitas outras garotas, transou com várias delas, visitou muitos lugares, sempre estava sorrindo e de bom humor, nunca lhe faltava grana, bebia cerveja com os amigos sempre que estava com vontade e ninguém mandava nele. A moça teve celulite, varizes, engordou, os peitos caíram, se fudeu e ficou sozinha.
FIM.
E com vocês, Shii: the best game for women!
(desculpe meninas, essas são machistas mas engraçadas!)
MENOR CONTO DE FADAS DO MUNDO.
Era uma vez um rapaz que pediu uma linda garota em casamento:
- Você quer se casar comigo?
Ela respondeu:- NÃO!
E o rapaz viveu feliz para sempre, foi pescar, jogou futebol, foi pra balada, conheceu muitas outras garotas, transou com várias delas, visitou muitos lugares, sempre estava sorrindo e de bom humor, nunca lhe faltava grana, bebia cerveja com os amigos sempre que estava com vontade e ninguém mandava nele. A moça teve celulite, varizes, engordou, os peitos caíram, se fudeu e ficou sozinha.
FIM.
E com vocês, Shii: the best game for women!
Nosso Lar – o filme
Veja também matéria sobre filme no Estadão online
Em meio à rotina do trabalho, algo interessante aconteceu esta semana. No prédio em que trabalho, distante do centro urbano, reparei nas últimas semanas uma movimentação de operários construindo uma espécie de cenário. E na última segunda-feira percebi que estava certo. A foto acima representa um dos cenários de um filme que está sendo rodado. Trata-se da filmagem de Nosso Lar, baseado no livro espírita homônimo, psicografado por Chico Xavier através do espírito André Luiz.
Quem conhece este livro, sabe que é uma das obras mais importantes para compreensão do mundo espiritual, e assim da Doutrina Espírita. Publicada em 1944, é a primeira de uma série de obras psicografadas de André Luiz.
Confesso que fiquei feliz em presenciar de perto este momento, por dois motivos. Primeiro que sou apaixonado pelo universo do cinema, e vejo com muitos bons olhos o cinema nacional voltando a fazer sucesso. Segundo porque vejo com entusiasmo a oportunidade de transformar em filme (de grande produção por sinal) uma história fantástica que narra o dia-a-dia da maior colônia espiritual do Brasil, com milhões de espíritos desencarnados, apresentado por um espírito de luz como André Luiz. Na verdade, o próprio conta a sua história de como ele chegou a esse ambiente, nos desvendando o universo espiritual.
Além de tudo isso, como que “por acaso”, esbarrei na entrada do banheiro com o ator Renato Prieto, que interpreta no filme André Luiz. Muito simpático, este ator é bastante reconhecido no meio espírita principalmente pelo seu trabalho de divulgação da doutrina através de suas belas e emocionantes peças, entre elas Além da Vida (que tive o privilégio de assistir), E a vida continua, e o próprio Nosso Lar.
Ele me contou que o filme é uma produção americana (não chegou a mencionar o nome, mas desconfio que seja Fox Filmes), com a maioria da equipe, portanto, estrangeira, mas com elenco nacional, incluindo ele. É gratificante saber que existe interesse estrangeiro (no caso a Fox) em querer filmar uma história espírita e nacional, já que se baseia no livro de Chico Xavier.
A produção realmente impressiona pela sua estrutura, com número de profissionais envolvidos, equipamentos utilizados etc. Uma boa produção, um elenco excelente e uma história fantástica são elementos fundamentais para acreditar que este é um filme que promete! E espero conferir o mais breve o resultado final na tela grande.
A tempo, a cena filmada neste espaço é do momento em que André chega ao hospital da colônia, depois de um longo período no chamado Umbral.
2 de julho de 2009
"Tudo azul, todo mundo nu"
Transparência, honestidade, liberdade. Três palavras que podem significar muita coisa em um ambiente profissional saudável. Ser um bom profissional requer mais que competência e talento. É indispensável transparência para expor suas opiniões, desde que saiba respeitar o próximo. Honestidade, não só no ambiente de trabalho, mas em tudo na vida. E liberdade, para que o profissional se sinta integrante de uma equipe – independente de sua função. Ser reconhecido pelos colegas e o chefe é o primeiro passo.
Difícil é aquele que não tem uma história para contar sobre seu ambiente de trabalho. As fofocas, as intrigas, as mentiras, o boicote, a falsidade são elementos comuns quando não há essas três palavras descritas acima. E muitas vezes somos “obrigados” a conviver de forma pacífica com esses elementos, para não se dispor com o colega ou superior. Tudo pela “boa ambiência”!
Mas o assunto tratado aqui é bem mais leve que isso...
Imagina trabalhar em uma empresa que resolve adotar a Sexta-feira Nua. Sim, todo mundo nu no escritório!
Depois de contratar a consultoria de um psicólogo conhecido como “líder pelado”, uma empresa de marketing e design inglesa aceitou a sugestão do consultor em estabelecer o dia que todos os funcionários deveriam trabalhar pelados, com o intuito de melhorar a integração da equipe.
“Ao tirar as roupas, eles deixariam de lado suas inibições e poderiam falar mais abertamente e serem mais honestos sobre suas opiniões”, diz a matéria.
E se a moda pegar?
Difícil é aquele que não tem uma história para contar sobre seu ambiente de trabalho. As fofocas, as intrigas, as mentiras, o boicote, a falsidade são elementos comuns quando não há essas três palavras descritas acima. E muitas vezes somos “obrigados” a conviver de forma pacífica com esses elementos, para não se dispor com o colega ou superior. Tudo pela “boa ambiência”!
Mas o assunto tratado aqui é bem mais leve que isso...
Imagina trabalhar em uma empresa que resolve adotar a Sexta-feira Nua. Sim, todo mundo nu no escritório!
Depois de contratar a consultoria de um psicólogo conhecido como “líder pelado”, uma empresa de marketing e design inglesa aceitou a sugestão do consultor em estabelecer o dia que todos os funcionários deveriam trabalhar pelados, com o intuito de melhorar a integração da equipe.
“Ao tirar as roupas, eles deixariam de lado suas inibições e poderiam falar mais abertamente e serem mais honestos sobre suas opiniões”, diz a matéria.
E se a moda pegar?
23 de junho de 2009
Que susto...
Depois de assistir ao documentário “Ninguém sabe o duro que dei”, que vem rediscutir se o coitado do Simonal seria ou não informante do Dops (Departamento de Ordem Política e Social), acordei assustado hoje.
Imaginem vocês que sonhei reviver um tempo triste de nossa história, em que todos tinham medo de se expressar, soltar o verbo, manifestar sobre qualquer coisa: desde o café frio do botequim até os habituais escândalos do Senado.
As letras eram censuradas, os músicos eram exilados, as peças eram proibidas e só se liam receitas de bolo nos jornais diários... éramos todos tachados de subversivos!
Quando não se bastava o tormento, ainda vi uma cena assustadora: meus governantes eram todos militares!!!! Socorro!!!!
Imaginem vocês que sonhei reviver um tempo triste de nossa história, em que todos tinham medo de se expressar, soltar o verbo, manifestar sobre qualquer coisa: desde o café frio do botequim até os habituais escândalos do Senado.
As letras eram censuradas, os músicos eram exilados, as peças eram proibidas e só se liam receitas de bolo nos jornais diários... éramos todos tachados de subversivos!
Quando não se bastava o tormento, ainda vi uma cena assustadora: meus governantes eram todos militares!!!! Socorro!!!!

Foto: Ricardo Stuckert
19 de junho de 2009
O famoso calote amigo
Em todo grupo de amigos, há sempre um que já é velho conhecido no grupo pelos seus calotes. Todo mundo é amigo, mas também ninguém fala na cara da pessoa e acaba deixando passar...
Eu conheço pelo menos duas pessoas assim, de grupos diferentes de amizade, mas que a fama já é tanta que o pessoal corre quando a pessoa solta um “paga pra mim, depois acerto contigo?”.
Esta semana, combinamos um encontro na casa de um amigo, que voltou a morar no Rio (para felicidade de todos!). Daí, o combinado também era cada um levar alguma coisa pra beber e comer. Até aí, tudo bem.
Quando estava pronto pra ir sozinho, liga uma amiga pedindo carona (já o primeiro ato). “Ok, então passo daqui a pouco na sua casa”. “Não, estou no shopping, na academia. Pode passar aqui?”. Hum... (ela mora do lado da minha casa, mas me fez passar no shopping – segundo ato).
Bem lembrando que antes de ir buscá-la, já tinha passado num lugar para comprar massa branca (como petisco), e só faltava então algo para beber. Como já adivinhava, ela não tinha comprado nada, então, acabamos passando num mercado próximo.
Eu só fiz pegar o refrigerante, enquanto ela encheu o carrinho de refri, dois sacos de pão de queijo e ainda dois sacos de batata frita (para ir beliscando no caminho). Então, na hora de pagar...
- Este cartão não foi aceito, senhora.
- Não???? Como assim? Ai meu Deus... então tenta com esse outro aqui, por favor.
(comentário da pessoa: “bem, eu passo o cartão, mas nem sempre tem dinheiro mesmo... se colar, colou”)
- Senhora, este outro cartão também não está sendo aceito.
- Ah, não é possível! Gente, como pode? Aff...
(agora vem a clássica frase!!!!)
- Amigo, paga essa para mim, depois eu acerto contigo?
E agora? O que você faz?
1- Finge que seu cartão não está passando também e diz que o seu dinheiro está contado para o refri?
2- Acaba pagando tudo, para terminar logo a situação e sair o mais rápido possível do mercado?
3- Se vai pagar no cartão também, fala logo que está cansado de receber calote e que não vai pagar nada não?
Eu conheço pelo menos duas pessoas assim, de grupos diferentes de amizade, mas que a fama já é tanta que o pessoal corre quando a pessoa solta um “paga pra mim, depois acerto contigo?”.
Esta semana, combinamos um encontro na casa de um amigo, que voltou a morar no Rio (para felicidade de todos!). Daí, o combinado também era cada um levar alguma coisa pra beber e comer. Até aí, tudo bem.
Quando estava pronto pra ir sozinho, liga uma amiga pedindo carona (já o primeiro ato). “Ok, então passo daqui a pouco na sua casa”. “Não, estou no shopping, na academia. Pode passar aqui?”. Hum... (ela mora do lado da minha casa, mas me fez passar no shopping – segundo ato).
Bem lembrando que antes de ir buscá-la, já tinha passado num lugar para comprar massa branca (como petisco), e só faltava então algo para beber. Como já adivinhava, ela não tinha comprado nada, então, acabamos passando num mercado próximo.
Eu só fiz pegar o refrigerante, enquanto ela encheu o carrinho de refri, dois sacos de pão de queijo e ainda dois sacos de batata frita (para ir beliscando no caminho). Então, na hora de pagar...
- Este cartão não foi aceito, senhora.
- Não???? Como assim? Ai meu Deus... então tenta com esse outro aqui, por favor.
(comentário da pessoa: “bem, eu passo o cartão, mas nem sempre tem dinheiro mesmo... se colar, colou”)
- Senhora, este outro cartão também não está sendo aceito.
- Ah, não é possível! Gente, como pode? Aff...
(agora vem a clássica frase!!!!)
- Amigo, paga essa para mim, depois eu acerto contigo?
E agora? O que você faz?
1- Finge que seu cartão não está passando também e diz que o seu dinheiro está contado para o refri?
2- Acaba pagando tudo, para terminar logo a situação e sair o mais rápido possível do mercado?
3- Se vai pagar no cartão também, fala logo que está cansado de receber calote e que não vai pagar nada não?
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