Nessa época, buscamos mensagens simbólicas que remetem ao
verdadeiro sentido dessa data. Lembrar dos ensinamentos de Cristo e o legado
que ele nos deixou. Lembrar que devemos amar o próximo como a si mesmo. Mas às
vezes nos tornamos repetitivos nas palavras, nas mensagens bonitas, cheio de
significados, esperanças e promessas, porém esquecemos do essencial: a prática.
Passamos o ano cometendo “pequenos” deslizes, acusando,
rejeitando, discutindo, conflitando, assim como nos tornamos impacientes,
estressados e egoístas. Então chega o Natal e o “espírito natalino” transforma
o pensamento e as atitudes de alguns. Parece que esquecemos dos erros cometidos
e tentamos compensar com amigos ocultos, presentes, cartões etc. E se fosse
diferente?
Pensando em como exemplificar as mensagens de amor, paz e
caridade, a mensagem abaixo foi perfeita em seu roteiro. Nada de palavras
bonitas, de pessoas entregando presentes, de papai Noel cercado de crianças
felizes, de famílias e amigos se abraçando. Sim, tudo isso faz parte e deve ser
preservado. Porém, mais importante que isso, são as atitudes, as ações praticadas
no dia a dia, ao seu redor, numa realidade muito mais próxima da gente.
Esse vídeo não foi produzido aqui, nem tem a trilha em
português, mas as imagens já dizem tudo. O que prova também que o ensinamento
de Cristo independe da língua criada pelos homens, pelas nações. Ele é
universal, assim como deve ser universal nossa conduta, nosso respeito ao
próximo, nossas atitudes.
Assim como me emocionou, espero que essa mensagem emocione a
todos que passam por esse blog.
O Rio se
tornou uma cidade conturbada e caótica no trânsito. Isto é fato. O que antes
era “privilégio” de São Paulo, a realidade já chegou à “Cidade Maravilha – purgatório
da beleza e do caos”. E o que fazer quando você passa horas inúteis parado no
trânsito infernal da cidade?
O trajeto
de minha casa para meu trabalho leva, em média, 20 minutos. Isto é, em
condições normais do trânsito. Mas constantemente esse mesmo trajeto vem
tomando pelo menos uma hora e meia no retorno do lar. Isso porque trabalho em
uma região que depende do bom fluxo das Linhas Amarela e Vermelha, além da
Avenida Brasil. Qualquer imprevisto, acidente, contratempo que ocorre em pelo
menos uma dessas vias, o caos se estabelece de forma irritante.
O mais
absurdo que vivi foi um engarrafamento que durou cinco horas (lembrando que são
apenas 20 minutos de casa para o trabalho!), quando resolveram pintar as faixas
na Linha Amarela, na época da visita do presidente americano Obama ao Rio.
A
realidade é que o brasileiro, no modo geral, já se acostumou com essa triste
rotina. Às pessoas já incluem nos seus horários o tempo médio gasto nos
engarrafamentos, o que implica, principalmente, nas atividades pós-expediente.
Você não consegue mais agendar um dentista, um médico ou qualquer outro
compromisso tendo a certeza que vai conseguir chegar na hora marcada.
Em uma
matéria da Petrobras Magazine, ela levanta a questão: “Quem precisa realmente
se mover? As pessoas ou os automóveis?”. O problema da mobilidade nos grandes
centros urbanos é crítico há anos e, sinceramente, independe de países
desenvolvidos ou não. Nova York tem um dos piores trânsitos do planeta (pelo
menos na ilha de Manhattan), mas em compensação existe uma fantástica rede de
metrôs que facilita a vida de muitos, principalmente de quem depende do
transporte público para trabalhar.
O que
falta no Rio é um planejamento urbano sério, integrado, que possibilite ao
cidadão opções de bons e eficientes meios de transporte, sejam barcas, ônibus,
metrô, trem ou expressos. Faltam também atitudes individuais, mas essas são
transformadoras quando há infraestrutura para isso. Caso contrário, quem pode
sair com seu carro, no conforto, nunca irá preferir enfrentar horas de
engarrafamento no aperto e no calor do ônibus, trens etc.
Em minha
empresa, mais especificamente onde trabalho, a solução encontrada para atender
um público grande em um lugar com pouquíssimas opções de transporte público foi
a contratação de empresas de ônibus de viagem exclusivos aos funcionários. São
diversas linhas divididas por áreas da cidade que atendem a todos. Isso inibe o
fluxo de veículos porque, neste caso, o indivíduo – além de pensar no coletivo
– prefere ir e vir confortavelmente no ônibus ao invés de se estressar no anda
e para do engarrafamento em seu carro.
Independente
disso, as pessoas se irritam com o tempo perdido no engarrafamento. Cada um
inventa sua maneira de passar o tempo. Nessas horas, qualquer ferramenta
digital é útil. Nunca a tecnologia foi tão a favor da vida urbana. Graças aos
Ipod, Ipad, Smartphones com redes sociais, TVs etc, o “passatempo da sua viagem”
está garantido. Pelo menos uma hora antes de partir, verifico se todas as
baterias estão devidamente carregadas, para agüentar as horas estressantes.
Se você
tiver pressa para casar, espere. Não pense que os anos são cruéis e que a
juventude é um sopro breve que pode passar despercebido. Calma, não se
precipite. Não faça nada que venha se arrepender depois, mesmo sabendo (lá no
fundo) que não vai dar certo.
O recado
acima é para as mulheres desesperadas, que sonham casar cedo porque não querem
envelhecer sem constituir uma família, com filhos bonitos, um marido ideal e um
lar perfeito. Às vezes dá certo, mas às vezes não.
Na época
da faculdade, uma amiga namorou um rapaz por quem já era apaixonada desde a
adolescência. O namoro ia muito bem, com projetos de casamento à vista, até que
ele resolveu romper e voltar para ex. Minha amiga ficou deprimida, “seu mundo
caiu” e por alguns anos tentou se apaixonar loucamente por qualquer Zé Mané da
esquina. Bastavam prometer um happy end, que ela já sonhava alto. Mas nenhum
deu certo e o “falecido” renasceu das cinzas se dizendo arrependido e coisa e
tal. Conclusão, quatro meses depois já estavam com casamento marcado.
Ela dizia
que ele tinha mudado, estava mais companheiro, mais carinhoso, mais cuidadoso.
Os amigos mais próximos se espantaram com a decisão tão rápida. Na época, rolou
um email mal criado para os amigos no estilo “a quem interessa, estamos bem,
obrigada. Se alguém deveria perdoá-lo esse alguém sou eu, apenas”. E o
casamento foi realizado, com todos os requintes (des)necessários.
Ele nunca
foi um exemplo de simpatia, mas esforçava-se aos poucos a se aproximar dos
amigos de sua companheira. Logo após o casamento, ele tomou uma atitude
decisiva em sua vida: realizou uma cirurgia para diminuição do estômago, o que
muito lhe favoreceu para o término de sua obesidade. Não precisa ser nenhum
psicólogo ou especialista para afirmar que depois de tal cirurgia sua
auto-estima, antes baixa e inquieta, cresceu em proporções gigantescas.
Enquanto sua felicidade subia, diminuía-se proporcionalmente a de minha amiga.
Esta não conseguia disfarçar aquele casamento frustrado, egoísta e depressivo.
Como uma
Amélia, ela se tornou a esposa ideal, fingindo um casamento perfeito e sofrendo
internamente as angústias de um casamento fracassado. Ele ostentava uma vida
rica e feliz. Mas para se sentir o máximo, sua tática era diminuir sua companheira.
Ela nunca estava bonita, bem vestida, nem lhe satisfazia sexualmente como
antes. “Quando parei de fingir para ele e para mim mesma é que percebi que meu
casamento já tinha chegado ao fim”.
Foi ele
quem pediu a separação, mas isso lhe soou como um grito de liberdade, um
alívio, a salvação para todos os problemas. Demorou para perceber, mas ela
descobriu (e isso era óbvio) que o fracasso do casamento era fruto do
egocentrismo dele. E a mudança gerada pós-cirurgia só veio intensificar isso.
A separação
veio no momento certo, depois de dois anos de auto-sabotagem. Afinal
de contas só ela mesma achou que um casamento desse poderia dar certo. Todos,
sem exceção, levantaram a plaquinha “Eu já sabia”, quando ela anunciou o feito.
Mas é aquela velha história, quando a pessoa não enxerga o que está diante de
seus olhos, ninguém consegue alertar ou mesmo convencer do contrário. Ela
“precisou” se aventurar nesse casamento para perceber por conta própria que não
era isso que lhe faria feliz de verdade.
Por isso,
sábio Chico Buarque alerta aos precipitados: “não se afobe não porque nada é
para já”. Lá atrás, quando ela tomou a decisão de voltar para ele e ainda se casar,
infelizmente ela acreditou que só com ele ela poderia constituir sua família.
Apostou todas as fichas num casamento já predestinado a morrer. No fundo, ela
lhe conhecia bem. Acredite, a auto-sabotagem existe e faz muita gente sofrer,
às vezes, por anos. Ela se recuperou rapidamente, o que foi bom. Mas quando a
pessoa passa anos casada com alguém que não acrescenta em nada, ao contrário,
só atrapalha? Para essas, restam apenas os filhos e netos, e um tempo perdido.
Pesquisas
são feitas para comprovar aquilo que já desconfiamos, mas não temos base
teórica para confirmar. Especialistas europeus dizem ter encontrado um gene que
NECESSITA de sono! Opa, não preciso fazer testes para saber que eu tenho esse
gene! (veja a matéria)
Alguns
falam que dormir é perder preciosas horas de vida. Você poderia aproveitar para
praticar exercício, estudar para um concurso importante, para aprender um
instrumento ou qualquer coisa que seja realmente útil. Desculpa, mas para mim,
dormir é essencial ao meu bem estar. Quando não tenho uma boa noite de sono, ou
quando venho numa sequencia de noites mal dormidas, sinto-me cansado, com
raciocínio lento e, o pior, com enxaqueca.
Mesmo
quando era mais novo (não estou velho!), não agüentava passar noitadas inteiras
sem sofrer as conseqüências do dia seguinte. Carnaval era uma fase intensa e,
não por acaso, o corpo geralmente respondia enfermo nas semanas seguintes ao
acúmulo de cansaço e agitação.
Fico
impressionado quando as pessoas me falam que bastam cinco ou seis horas de sono
para ficar bem disposto. Eu preciso de oito horas, apesar de ter uma rotina de
sete horas, ou menos durante a semana. Em toda minha vida, sempre precisei
acordar cedo, no início para ir à escola, depois para faculdade e agora no
trabalho. Sempre peguei (escola, faculdade ou trabalho) antes das 8 da manhã, o
que me exige um esforço diário para despertar bem disposto. Admiro aquelas
pessoas que, mesmo não precisando levantar tão cedo para trabalhar, acordam
para ir malhar ou começar qualquer atividade física.
Ao mesmo
tempo, o corpo já se acostumou e mesmo no final de semana, quando não há
compromissos nem horários, o relógio biológico não falha nunca. Às vezes bate
uma “raiva” quando em pleno sábado eu acordo seis e pouca da manhã. Mesmo
ficando na cama por mais algumas horas, o sono não é o mesmo.
Se tem
hora para acordar, também tem hora para dormir. Quem me conhece, sabe que não
pode me convidar para assistir sessão de cinema depois das nove da noite. É
sono na certa! Independe do filme que esteja passando. Já dormi “assistindo”
Shrek, Guerra nas Estrelas etc. Isso vale para teatro também. Adoro musical,
mas Fantasma da Ópera e Hairspray, com todo seu repertório empolgante, me
soaram como cantigas de ninar. Eu juro que luto com o sono, mas ele sempre me
vence.
Falta
muito ainda para aposentar, mas fico imaginando o conforto que será em não ter
compromisso de acordar cedo. Sei que não vou exagerar, passando a acordar quase
meio dia. A sensação é péssima porque você percebe que perdeu realmente metade
do seu dia útil. O equilíbrio é sempre o melhor caminho. Nem seis da madruga,
nem onze da tarde. Se pudesse alterar meu relógio biológico, colocaria o
despertador para nove horas. Melhor seria se pudesse alterar já agora, sem precisar
esperar a tal da aposentadoria... esse papo já me deu sono.
“Estudar
inglês no exterior era um sonho antigo. Sempre ouvi ótimos relatos de
pessoas que passaram por essa experiência e eu sabia que seria uma
oportunidade única aprender com nativos, em um lugar em que todos falam
o idioma. Estudei inglês há muitos anos e confesso que estava um pouco
enferrujado, precisando de uma reciclagem. Então, consegui planejar
minhas férias no trabalho e finalmente realizei meu sonho.
Escolhi
Nova Iorque porque queria conciliar o estudo com o turismo. Vontade de
conhecer de perto essa cidade que realmente não dorme nunca, com museus
incríveis, o Central Park (que é um verdadeiro oásis no centro urbano),
Times Square e sua concentração de teatros, pessoas e lojas fantásticas
e tantas outras atrações bacanas. Com isso, optei pelo curso de meio
período e, assim, tive a oportunidade de estudar pela manhã e
aproveitar tarde e noite para desbravar os encantos dessa cidade
frenética.
Antes
da viagem, retornei com os estudos por um semestre no Yázigi. Foi
quando conheci o Yázigi Travel. Depois de uma breve pesquisa no
mercado, a melhor opção foi oferecida pelo Yázigi, que não só escolheu
a melhor escola – EmbassyCES - como me indicou várias opções de
moradia. O atendimento personalizado é sem dúvida o que mais me chamou
atenção. Desde o primeiro contato e até durante a viagem recebi sempre
a atenção e o cuidado para que tudo desse certo. E deu. A viagem foi
perfeita, como planejada.
Apesar
do pouco tempo, foi uma experiência incrível estudar com pessoas da
Itália, França, Espanha, Rússia, Turquia, Camarões, Coreia do Sul e
Japão. Cada um com sua cultura, com suas histórias de vida, porém com o
mesmo objetivo: se comunicar em inglês. E foi justamente essa troca que
enriqueceu o meu vocabulário, a minha compreensão e a minha
conversação. As aulas são divertidas, interativas e produtivas. Já se
imaginou explicando para uma turma estrangeira como se prepara uma boa
feijoada? Pois esse é só um pequeno exemplo do clima da aula. Você é
estimulado a todo o tempo a se comunicar e, claro, a compreender a
gramática na prática. Tive a oportunidade de passar o Halloween na
cidade e, neste dia, o clima era de festa em todos os lados, inclusive
na escola. Os alunos são convidados a participarem da comemoração,
começando pela escolha da fantasia! Vale tudo nesse dia!
Como
de costume, impossível não ressaltar as inúmeras amizades feitas ao
longo da viagem. Praticamente, todos estão como você: sozinho. Então,
mais do que natural fazer amizades, afinal “é impossível ser feliz
sozinho”, como já escreveu Vinícius de Moraes. Compartilhar as
descobertas, perder-se no Central Park, aventurar-se nas noitadas de
Manhattan... tudo isso faz parte! No final, você percebe que o ganho
maior não é o inglês, mas sim a vivência, a experiência de vida.”
Quando
resolvi morar sozinho, achei que muita coisa iria mudar em minha vida,
principalmente o lado “dono de casa”. Realmente pensei na época que aprenderia
cozinhar e ser um faz-tudo. Mas alguns anos se passaram e eu percebi que não
sou um bom dono de casa. Não tenho nenhuma habilidade para atividades
domésticas. Se a corda do secador de roupas arrebentar, por exemplo, demoro
para resolver o problema, até chamar alguém para consertar para mim.
Por um
lado, aprendi a dar valor aquilo que sempre meus pais fizeram muito bem. Meu
pai, por exemplo, sempre consertou, ajeitou, pendurou, aparafusou, trocou tudo
que precisava dentro de casa. Mas ele gostava disso e sempre aprendeu sozinho.
Por outro, percebo que falta talento de minha parte, ou melhor, empenho e
dedicação.
Nunca
procurei saber, mas acho que deveriam existir cursos básicos de tarefas
domésticas para solteiros ou recém-casados. As tarefas de passar, limpar e
cozinhar são até mais fáceis aprender. Mas quando o assunto é mais específico,
falta conhecimento de causa e principalmente prática para isso. No final, você
acaba contratando o serviço, mesmo que ele seja banal.
Na
cozinha, eu não passo fome. Gosto de inventar alguns sanduíches, umas pastas,
umas saladas e massas. Mas nada de preparar grandes jantares, com pratos
refinados etc. Uma coisa é certa: você aprende fazer mercado. Depois de algumas
tentativas frustradas comprando frutas além da conta, carnes duras, produtos de
péssima qualidade e caixas de congelados Sadia, agora a lista básica é pensada
evitando qualquer desperdício ou produto fora do orçamento.
O mais engraçado
de tudo isso é perceber que exatamente aquilo que você mais criticava quando
criança, agora você faz o mesmo. Se eu estiver na rua e passar em frente a um
mercado, sempre penso “o que está faltando lá em casa e preciso comprar?”. Era
exatamente assim, quando estava com minha mãe e ela passava na frente do
Mundial. Sempre tinha “um leite para levar, um sabão em pó para comprar, um
iogurte que acabou”. Eu passei ter trauma daquele mercado, conhecido como o
mercado dos idosos e das filas gigantes.
Quem
viaja para o exterior se divide entre compras e passeios, principalmente quando
o destino é Argentina ou Estados Unidos. Às vezes, a diferença é tão grande que
nós brasileiros ficamos revoltados com o custo elevado de alguns produtos por
aqui, com os impostos absurdos. A diferença é maior quando comparamos aparelhos
eletrônicos, como máquinas fotográficas, computadores etc.
Mas daí
vem o dilema: viajamos para conhecer os lugares e aproveitar ao máximo o que a
cidade tem para oferecer, ou mergulhamos em promoções, compras imperdíveis,
artigos raros no Brasil? Estados Unidos é o paraíso dos outlets, dos
eletrônicos... até o limite da alfândega (apesar de saber que muitos passam
desse limite).
Nessa
viagem, encontrei muitos brasileiros, principalmente nas lojas. Em Orlando, por
exemplo, os atendentes já falam em espanhol, quando sabem, porque só tem
brasileiro andando nos outlets. Já em Nova Iorque, a facilidade não é a mesma. As lojas
de departamento como Century 21, Marshall, Marcy´s e Filene´s Basement (Union
Square) têm várias opções de calçados, roupas, malas etc., mas você tem que ter
paciência e tempo para encontrar algo com bom preço e de qualidade. E tempo
para gastar é o problema.
Outro
problema são as famosas encomendas. Quando o pessoal descobre que você vai
viajar, parece que você só vai para comprar... para todos. Falta um pouco (para
certas pessoas muito) de senso quando lhe encomendam eletrônicos, roupas e até
objetos específicos. Na minha lista tinha até bomba elétrica para tirar leite,
acreditem... e não tem ninguém grávida na minha família. Não me incomodo em
comprar coisas fáceis e de pouco volume, mas sem sair do meu roteiro.
Como
fiquei mais tempo em NY, pude comparar preços, procurar com mais calma. Só na
Century 21 fui quatro vezes, mas às vezes acompanhando outras pessoas. Como fui
a Orlando, preferi não conhecer os outlets de New Jersey e de Woodbury, que são
distantes de Manhattan. Em compensação, em Orlando, você encontra várias opções
de Premium Outlets, e como só se anda de carro por lá, não há dificuldade de
circular entre elas.
Mas se
engana quem pensa que em outlet sempre há boas opções e ótimos preços. Há lojas
– principalmente de marcas badaladas como Lacoste – que são raras as peças em
conta de fato. O melhor é você entrar no site dos outles e ver quais as datas
de maior promoção, e ainda imprimir os cupons de descontos de cada loja pelo
mesmo site. Nesse dia, é capaz de encontrar calçados e roupas por 15, 20 até 30
dólares, porque os descontos vão se acumulando como num passo de mágica!
No final,
você consegue conciliar passeios com compras, o que lhe proporciona vários
calos no pé, dores nas pernas e um cansaço absurdo. Mas se der para dar uma
dica: faça todos os passeios durante o dia e deixe as compras para última coisa
(quando não tiver programação noturna, é claro!). O importante é conhecer a
cidade em primeiro lugar, isso se objetivo de sua viagem for de turismo mesmo!